Categoria: Porto Feliz


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Como foi a jornada LAL em Porto Feliz de junho a outubro de 2021

Equipe de gravação ao redor de pessoas que estão sentadas na frente de uma mesa em uma casa antiga.

Mentorias, cocriação, oficinas, gravações, planejamento. Tudo isso e muito mais fez parte do nosso programa de junho a outubro na edição da cidade de Porto Feliz (SP) do Lado a Lado! Preparamos os destaques de cada mês para você acompanhar.

Se você quer saber detalhes do que estamos fazendo, chegou a hora de ficar por dentro!

O que aconteceu nos meses de junho, julho e agosto

Ao longo dos três primeiros meses, de junho a agosto, tivemos: 11 iniciativas culturais participantes, 1 rodada de cocriação, 2 oficinas coletivas e 2 mentorias individuais com cada uma delas.

O mês de junho foi de planejamento da equipe, organização de estratégias e de cocriação da jornada com os participantes – quando ficamos por dentro da rotina, desafios, sonhos e conquistas de cada iniciativa. A partir disso, cada mês foi um ciclo.

Em julho, tivemos nossa primeira rodada de mentorias, que é uma etapa essencial do processo.

– A oficina coletiva foi sobre Gestão Financeira de Projetos Culturais, questão levantada pela maioria dos grupos. Ela foi facilitada por Léo Birche, coordenador de produção do Lado a Lado. Tivemos também um plantão de dúvidas com os participantes.

– Já nas mentorias individuais, as principais questões levantadas pelas lideranças tiveram a ver com a formalização empresarial das iniciativas. Aqui vão alguns exemplos das dúvidas que surgiram:

  • Devo constituir uma empresa para a minha iniciativa?
  • Enquadro em qual categoria?
  • E por onde começar?

Em agosto, destacamos uma oficina on-line, plantão de dúvidas e o nosso primeiro encontro presencial:

– Tivemos primeiro a oficina do ciclo de agosto, que foi sobre a formalização de iniciativas culturais com a presença de dois especialistas no assunto: Renato Seixas, advogado; Tiago Beltrame, contador. Conversamos sobre possibilidades de formalização individuais e coletivas. Tivemos ainda um plantão de dúvidas sobre o assunto. Os agentes culturais puderam sanar questionamentos específicos dos seus projetos sobre contabilidade e formalização .

– Já na segunda semana de agosto, a cidade de Porto Feliz recebeu a nossa equipe para as gravações das mentorias individuais com 7 dos 11 grupos participantes. Por conta dos nossos cuidados em relação à Covid-19, esse foi o primeiro contato presencial que tivemos com as iniciativas. Camila Melo, uma das facilitadoras, foi quem conduziu as mentorias. E, na equipe de audiovisual, contamos com a presença de Daniel Barosa, Gab Lourenzato, Nick Gomes e Nikolas Maciel.

Os encontros presenciais foram muito importantes para que tivéssemos mais proximidade com os contextos de cada iniciativa. Cada grupo saiu com um plano de ação com metas concretas até novembro, mês de finalização do
processo de mentoria.

Assista ao vídeo que preparamos com a participação de André Dib, um dos nossos facilitadores, e Léo Birche, nosso coordenador de produção, sobre os três primeiros meses de programa:

O que aconteceu nos meses setembro e outubro

Em setembro, continuamos com as oficinas e mentorias. Saiba como foi:

– Tivemos oficina com os seguintes especialistas em cultura: Flávia Paschoalin, Léo Birche e Paulo Chaim. “Abordamos tudo o que uma apresentação institucional de uma iniciativa cultural precisa ter. O objetivo foi facilitar que cada grupo preparasse a sua própria apresentação para receber feedback nas mentorias individuais e apresentar o resultado desse material no nosso encontro de novembro. As apresentações institucionais são importantes porque elas são o cartão de visitas das iniciativas em negociações de patrocínio, de apoio governamental, de venda de produtos culturais e também em inscrições em editais”, conta Flávia.

– E como foram as mentorias? Todas as iniciativas culturais desenvolveram suas apresentações institucionais com foco nos próximos passos e na Rodada de Apresentações do LAL que acontecerá no dia 6 de novembro. O foco dos encontros com os participantes foi o retorno da equipe sobre o que cada grupo já desenvolveu e o direcionamento dos próximos passos para finalizar o material.

O mês de outubro foi o último ciclo. Além da programação base de cada ciclo – oficinas e mentorias -, tivemos também entregas importantes.

– A oficina teve como tema as fontes de recursos para iniciativas culturais, objetivando a apresentação das possibilidades de investimento e financiamento à cultura junto a governos, empresas, pessoas físicas e instituições. Ela foi facilitada por Léo Birche e André Dib.

– Além disso, os agentes culturais entregaram a versão final dos textos de suas apresentações, que foram formatadas por Maya Marrawa, designer do Lado a Lado, para nossa Rodada de Apresentações.

– E, por fim, a equipe de audiovisual do Lado a Lado esteve em Porto Feliz entrevistando todos os grupos.

Quer saber mais sobre a nossa jornada com os participantes de Porto Feliz? Então, continue acompanhando a gente no nosso perfil no Instagram!

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Conheça os participantes da edição Porto Feliz do Lado a Lado

Logo da Edição Porto Feliz do Lado a Lado.

A cidade de Porto Feliz (SP) é conhecida por suas atrações turísticas e culturais, sabia? E a partir de um mapeamento para conhecer a região e os moradores, nós tivemos a oportunidade de contar inicialmente com a participação de 11 iniciativas da região no programa Lado a Lado. Elas aceitaram seguir uma jornada de muito aprendizado rumo aos seus respectivos sonhos!

Ao longo do programa, nós mapeamos iniciativas socioculturais, mentoramos os líderes delas e acompanhamos a evolução ao longo de alguns meses. O objetivo é potencializar habilidades, otimizar modelos de gestão e promover desenvolvimento de negócios e comunidades.

Das 11 iniciativas participantes, 9 delas continuaram até o mês de novembro. “As lideranças podem ou não seguir com a gente. Sabemos dos desafios diários de cada um deles e ficamos muito felizes com o tempo que cada um se dedicou ao programa. Todos nós aprendemos”, conta Flávia Paschoalin, idealizadora do programa.

Confira os nomes das 11 iniciativas participantes: Coletivo Sarau na Casa, Coletivo deRua, Cururueiros de Araritaguaba, Grupo de Teatro Ararapuca, Grupo de Teatro Monções, Crazy the Beat, Instituto Sonorum, Grupo Viva História Viva – Narração Oral Tradicional, Porto Rural, Saindo do Conto, De Mala e Cuia (durante o processo, a iniciativa teve sua proposta artística redesenhada, originando o Sunmi Ijanilaya).

Como foi o mapeamento em Porto Feliz

Uma das nossas alegrias é criar conexões. E isso faz parte do Lado a Lado desde o início da nossa jornada com cada região. Queremos sempre conhecer melhor o local em que vamos trabalhar, a sua cultura, as pessoas e suas respectivas iniciativas interessadas em participar do programa.

Fazemos isso na etapa de mapeamento, como uma das nossas primeiras ações.

Na cidade de Porto Feliz (SP), ao todo, conhecemos 40 iniciativas culturais. Esse trabalho contou com a colaboração da Camila Melo, mapeadora local e facilitadora, e Elineu Rosa Tomé, articulador local, que nos ajudou nos conectando com a riqueza cultural da cidade, possibilitando que descobríssemos as iniciativas.

Assista ao vídeo que fizemos com eles para você assistir e entender melhor como foi tudo isso:

Destaques do mapeamento 

Contamos com muitas respostas importantes para realizarmos o nosso trabalho na região de Porto Feliz. Destacamos algumas informações que apuramos para que você possa ficar por dentro do que apuramos também no processo de mapeamento:  

  • A maioria das iniciativas se concentram entre teatro e música. Audiovisual se revela como potencial a explorar.  
  • Há diversidade entre os grupos – menos entre as lideranças. A disparada maioria é formada por mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. 
  • A maioria é de agentes culturais experientes, que atuam há mais de 10 anos. Os jovens, contudo, são os que estão a frente de coletivos mais engajados com as questões sociais (sarau de poesia e hip hop) e que estão sedentos por capacitação. 
  • Projeto cultural como atividade secundária: os participantes da maioria dos grupos têm outras fontes de renda além do projeto. 
  • Captação de recursos é o maior desafio. A maioria das iniciativas vende produtos ou se autofinancia e poucas iniciativas usufruem de incentivos governamentais e patrocínios empresariais. 

Fique por dentro das 9 iniciativas culturais que completaram a jornada do Lado a Lado:

  • Coletivo Sarau na Casa
    Instagram: @saraunacasa
    Facebook: @SaraunaCasaPortoFeliz
  • Coletivo deRua
    Instagram: @deruaportofeliz
    Facebook: @deRuaportofeliz
  • Grupo de Teatro Ararapuca
    Instagram: @ararapuca
  • Grupo de Teatro Monções
    *Grupo de Teatro Monções no YouTube
  • Crazy the Beat
    Instagram: @crazy.thebeat
  • Instituto Sonorum
    Instagram: @sonorumeducacaomusical
    Facebook: @InstitutoSonorum
  • Grupo Viva História Viva – Narração Oral Tradicional
    Instagram: @narracao_oral_tradicional
    Facebook: @narracaooraltradicionalportofeliz2017
  • Porto Rural
    Instagram: @portorural
  • Saindo do Conto
    Instagram: @saindodoconto
    Facebook: @saindodoconto
    YouTube: @SaindoDoConto
    Twitter: @saindodoconto_

Já conhecia alguma dessas iniciativas? E que tal acompanhar e compartilhar o trabalho delas também com todo mundo?

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Saiba como participar de editais de governos e de empresas

Duas pessoas negras olham para a tela de um laptop. Uma delas digita enquanto a outra observa.

Quer se inscrever em um edital, mas não sabe por onde começar? Léo Birche, nosso coordenador de produção, fez um vídeo com dicas para potencializar a participação de iniciativas culturais em editais.

Ele falou tanto sobre editais de patrocínio de empresas públicas ou privadas quanto sobre seleção de projetos para receberem recursos governamentais. Destacamos alguns trechos para você ficar por dentro. Confira!

Primeiros passos

Segundo Léo, uma das primeiras ações é ler o edital inteiro. “Pode parecer simples, mas não é. Muitas vezes os editais são um pouco grandes ou têm um pouco do ‘juridiquês’. E, por isso, passamos correndo por ele. Mas não faça isso! Lembre-se que o edital é a regra do jogo. Podemos fazer tudo o que está dentro dessa regra. E lá provavelmente estarão as respostas para muitas dúvidas que podemos ter”, conta.

Ele lembra que muitos editais são didáticos e contam com uma sessão de perguntas e respostas ou no próprio edital ou em um manual separado que geralmente está no site do governo ou da empresa que o está realizando.

Outro ponto importante indicado pelo especialista é ver sempre o objeto, que é um ponto que está em quase todos os editais. E uma parte que informa o que será patrocinado. Se vão patrocinar só projetos de artes cênicas, projetos de música ou projetos de várias áreas culturais, por exemplo.

Assista ao vídeo com essas e outras dicas do Léo Birche:

Que tal enviar o vídeo pra quem você acha que gostaria de se inscrever em editais culturais? Vamos, juntos, colaborar para que mais iniciativas sejam sustentáveis e prósperas!

Leia também:
Conheça nossa Caixa de Ferramentas e aprenda mais sobre editais!

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Especialista dá dicas para diminuir os riscos na hora de empreender

Tiago Beltrame em um ambiente fechado. Ele tem cabelos curtos. Ao fundo, há um quadro com fotos.

Sabia que é possível otimizar seu tempo e ainda diminuir os riscos na hora de empreender? Por causa da ansiedade e também da desinformação, muitos profissionais acabam colocando o próprio negócio em risco.

Nada melhor do que conversar com um especialista pra isso, não é? Tiago Beltrame, contador, compartilhou algumas dicas sobre o assunto. Em agosto, ele foi o especialista do encontro on-line que fizemos com os participantes da cidade de Porto Feliz sobre possibilidades de formalização individuais e coletivas.

Lembretes antes de empreender

Logo de início, Tiago orienta que a pessoa que pretende abrir o seu negócio precisa avaliar todos os custos que envolvem uma empresa, avaliar quais são as atividades exercidas, o seu público-alvo. “Ao ter essas informações, você consegue minimizar e identificar futuros problemas, controles, questões societárias, entre outras. Lembrando sempre de ter a orientação de um profissional de contabilidade para acompanhar os seus passos”, afirma Tiago.

O contador destaca também a possibilidade do profissional ser um Microempreendedor Individual (MEI). A formalização sob esse tipo de empresa traz uma série de benefícios: além de receber um CNPJ, você passa a ter acesso à previdência e a estímulos como linhas de crédito do governo.

Uma das principais vantagens para quem vai empreender é que a carga tributária não se altera com o volume de vendas.

“É uma condição superespecial que o governo criou desde 2008 e acaba tendo alguns incentivos porque acaba recolhendo uma taxa no valor de 60 reais. O MEI te dá uma condição de emissão de nota fiscal. E, por meio dela, você consegue justificar a sua renda”, explica.

Assista ao vídeo completo que fizemos com Tiago Beltrame, contador, com dicas sobre esse assunto!

Que tal compartilhar o vídeo com os amigos que querem empreender ou já começaram?

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Acesse a nossa Caixa de Ferramentas e confira mais dicas para iniciativas culturais e gastronômicas.